Dear February,

Fevereiro… terminam-se as férias e retornamos para a agitação das atividades habituais, porém, com a expectativa de um feriado logo ali, o que não diminui as atribuições do decorrer do menor mês do ano. Bem, vamos ver:

DE CABECEIRA 

No mês de Janeiro aconteceu a estreia da adaptação da Netflix para a saga de livros Desventuras em Série. Após anos recebendo a indicação destes livros por um dos meus melhores amigos, que insistia em dizer que esta fora a saga de sua infância – mais até do que Harry Potter, vejam vocês – finalmente resolvi aceitar a empreitada de ler os 13 livros com os relatos das desventuras da família Baudelaire. Surpreendentemente, foram a minha leitura contadinha para todo o mês, numa média de dois livros por semana – sim, ainda conseguia estudar – afinal, tratam-se de livros curtos. No máximo 300 páginas cada um. Treze capítulos. Foi absolutamente sensacional e intoxicante! Terminei-os mais cheia de dúvidas do que com respostas, mas, graças a Deus existem vários livros de apoio para que eu possa complementar minhas pesquisas. Intercalando com outras obras, do contrário vou viver de Unfortunate Tales. A resenha ao estilo dos resumos do autor para seus livros encontra-se aqui: É Melhor Não Olhar .

MARATONA

Este mês aconteceu, de fato, uma maratona. Meu amigo Maurício e eu resolvemos fazer algo bem filmes para adolescentes dos anos 90. Assistimos a uma minissérie e série juntos através dos nossos telefones, comentando cada mínima cena. Foi muiiiitoooo divertido!! A série em questão foi: How To Get Away With Murder, a terceira temporada. Apesar de algumas decaídas em certos pontos, considero esta uma das grandes séries de qualidade a qual tive acesso desde o começo. A trama é sempre surpreendente e a atuação da nossa inestimável Viola Davis, recente ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante – devia ganhar o Oscar só por existir, rainha da terra junto com a Meryl Streep – Gente! Que atuação!! Essa mulher não pára! Excelência em tudo!! Os pontos dos outros personagens também, novos relacionamentos, mudanças de humor, tudo muito bem trabalhado e justificado. Amooo demais minha série/aula de Direito Penal.

BALDE DE PIPOCA

Fevereiro não foi o mês de idinhas ao cinema. Ele começa agora em Março… Gente, há quanto tempo estou esperando pela Bela e a Fera?? Nem sei! Esperanças lá no alto, espero não quebrar a cara como foi o caso de Malévola ou, claro, Benévola… argh… Enfim, mas teve a minissérie reassistida com o meu amigo – mencionei ali em cima – que nas minhas contas, tá valendo! Se chama “E Não Sobrou Nenhum“, de 2015 e é uma adaptação para o livro homônimo da diva do suspense, Agatha Christie. Conta com um elenco de peso de atores britânicos: Charles Dance, Miranda Richardson, Burn Gorman, Sam Neill, enfim, uma turminha bacana que recebe o convite de uma senhora para visitá-la em sua casa numa ilha isolada – irrecusável, né não? – e que, ao chegarem lá, descobrem que a casa está vazia, contando apenas com os criados desta senhora e seu esposo. No jantar do primeiro dia, todos são acusados de assassinatos cometidos no passado e pelos quais não foram julgados, mas serão agora… Deu para sentir o gostinho? São três episódios, muito bem adaptado, a cenografia é de tirar o fôlego e tudo é milimetricamente pensado para dar o tom da mente de cada um dos acusados. Muito bom mesmo!

NA WEB 

Esse mês, com o retorno da faculdade, não tive muito tempo para vasculhar a internet, porém, sempre que tinha um tempinho, dava uma passeada pelo site da Garota Agridoce, gosto muitoo delas. São duas autoras, a Michelle e a Priscila!! Muito lindas, elas!!

ARRANHEI O DISCO

Pessoal, eu ainda estou arrumando o quarto todo dia ao som da trilha de La La Land, acreditam? Pois é, mas, em matéria de novidade também rolou muito dessa música por aqui:

JULIA CHILD INSPIRED

Esse mês teve o doce de leite da mãe da minha manicure… MENINAS… O MELHOR DOCE DE LEITE DA VIDA!!! Já estou encomendando mais uns dois vidros, nem me iludo mais com projeto verão!

ITEM DIVO

Não foi tanto a maquiagem, mas mais os produtos capilares. Comecei a usar o leav in da marca L’anza e meu cabelo está… acho que se ele pudesse me mandar um thank note, mandaria!

PRÓXIMOS PLANOS 

Encontrar outros livrinhos amor que me façam superar a dor da perda de Desventuras em Série… pelo amor de Deus terminar um fichamento de Direito do Trabalho que… AAAAAA… Sério, pessoas, né por nada não, mas eu não aguento essa matéria! Não vou conseguir ajudar meu amiguinho proletariado…

NEWSLETTER

Receber o vídeo de uma dubladora querida e adorável te convidando para participar do curso dela no Rio conta? Ai gente… PAGA PRA MIM! Vamos iniciar o projeto #laladubla #herestothefoolswhodream

INSPIRAÇÃO

Depois daquele discurso maravilhoso no Oscar, Viola Davis, no doubt! A mulher já tinha meu coração há um tempo, mas… roubou de vez!!

Bom, esse foi meu Fevereiro… vamos lá viver as emoções de Março… PAGO O PREÇO QUE FOR PRA QUEM FIZER ESSE FICHAMENTO PRA MIM!!!

xoxo

13333013_1103241236365340_7159263438347960248_n

dear january,

É muito bom retornar à responder as tags do Discípulas de Carrie e, para 2017, nossas meninas reimaginaram o conceito do nosso grupinho. Nossos “dear months” serão uma espécie de gazeta para enaltecer todos os meses do ano e aquilo que eles nos trouxeram de melhor para, ao final, fazermos um top 10. Bem, Fevereiro já chegou cheio de promessas, mas vale relembrar que Janeiro não passou em branco de jeito nenhum! Vamos então a minha cartinha de amor para este mês maravilindo de férias… o meu dear january:

*De Cabeceira

Nestas férias, tive o prazer de ler alguns livros pelos quais estivera sedenta durante o fim de semestre – faculdade, faculdade… – dentre eles, houve um que me acompanhou o mês inteiro, por sua profundidade e novecentas páginas. Os Irmãos Karamazóv de Fiódor Dostoiévski. Ano passado tive meu primeiro contato com a escrita deste autor que acabou se tornando um dos meus livros/autores favoritos da vida. Com este exemplar, embora a leitura tenha demorado mais para se concretizar, não foi diferente. O romancista russo de fato merece todo o aplauso, porém, irei me aprofundar num post dedicado apenas para a obra. Aguardem.

*Maratona

Janeiro foi o mês da alegria/tristeza, uma vez que várias das minhas séries amadas voltaram de seus hiatos; o que é sempre bom e ao mesmo tempo ruim – triste – porque essas séries me trazem altos sentimentos. Leia-se lágrimas. Em todo caso, apesar da quarta temporada de Sherlock ter sido marcante, já abri espaço para discutí-la: Até logo, Baker Street. E aliás, assisti os episódios aos poucos, conforme passavam na BBC – TV ONLINE EU TE AMO – o que foge um pouco do proposto. Logo, vou falar de uma série que realmente maratonei até falar chega, ou seja, até acabar. Desventuras em Série da Netflix. O que foi essa adaptação MARAVILHOSA???!!! OBRIGADA NETFLIX!!! Comprei o box dos livros para retomar minha leitura da série… e dos adaptados para a primeira temporada, só não havia lido o Serraria Baixo Astral, agora já estou começando o sétimo livro. Continue o bom trabalho Netflix, sua linda!

*Balde de Pipoca

City of stars… are you shining just for me? City of stars… there’s so much that I can’t see… Não entendeu? Saí do meu blog – brincadeirinha. FICA. VAI TER BOLO! – Enfim, eu fiz várias visitas ao cinema nessas férias. Contudo. La La Land. Não sei nem por onde começar a explicar… O FILME FOI FILMADO EM CINEMASCOPE QUE ME REMETEU AOS MEUS FILMES ANTIGOS FAVORITOS EM WIDESCREEN!! É UM FUCKING MUSICAL COM MAIS DO QUE DANCINHAS BROADWESCAS – NEOLOGISMO, SIM – UMA SENHORA CARTA DE INCENTIVO PARA SONHADORES COMO A MAMMA AQUI! A TRILHA SONORA COM O PIANO E O JAZZ… EU SÓ ESTOU ESCUTANDO A TRILHA DESSE FILME E NÃO VOU PARAR COM O CAPS LOCK. VÃO TER QUE ME ENGOLIR. E O QUANTO EU AMEI O QUÃO PALPAVELMENTE VERDADEIRO FOI AQUELE FINAL!! ARGH!!! PRECISO VER DE NOVO!!! E AS REFERÊNCIAS, ANALOGIAS, AOS CLÁSSICOS… AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

lalaland

*Na Web

Li tudo mesmo o que pude do blog da maravilhosa, encantadora, querida: Nina Spim. Nina é uma. A última resenha dela a respeito da obra Antologia Valquírias: as vozes femininas na literatura fantástica sobre como possuímos várias mulheres talentosíssimas no mundo escrevendo em seus universos fantásticos e não recebendo o devido conhecimento, e se reunindo numa obra para exaltar personagens femininas totalmente fortes ficou ó: um amor. GO READ!

*Arranhei o disco

Volte ao tópico Balde de Pipoca. Obrigada.

SÉRIO. VÃO VER LA LA LAND!!

*J. Child inspired

Gente… vou ficar devendo… eu não cozinho… poderia escrever um livro envolvendo os motivos, mas, se tem uma comida na minha vida que merece ser repetida com certeza é o fricassê de frango da minha mãe.

*Item divo

Balm da Maybelline. Acho que redescobri o significado de amor.

*Próximos Planos

Gente, Fevereiro. No primeiro dia eu já retornei para a minha vidinha linda de estudante de Direito. Obviamente os planos são: sobreviver a mais um semestre exercendo o motto da Lufa-lufa – minha casa mais linda – e trabalhar duro para atingir os resultados necessários, mas ao mesmo tmepo me permitir uns mimos como… Assistir à série sobre Joan Crawford e Bette Davis que estreia em Março. Fazer outra visita ao Teatro Renault para ter outra experiência mágica com o teatro musical… é, acho que isso. O resto a gente vai descobrindo no caminho, certo?

*Newsletter 

Confesso que mal acompanhei o mundo durante este mês, agora que estou ressurgindo das cinzas e… Meu Deus/Zeus/Merlin parem o mundo que eu quero descer… só o que tenho a dizer.

*Inspiração 

Como sempre, a minha inspiração provém dos meus amiguinhos queridos que me aguentam todos os dias. Em Janeiro, aqueles que mais me serviram de inspiração – sem desmerecer a gangue do Twitter, nunca desmerecendo esse povo GOURGEOUS – foram Diih Franco e Cecília Algayer, pois depois de meses com a pena criativa parada, elas me inspiraram a dar início ao meu há muito comentado projeto de fanfic para o meu casal de 2016: Queenie e Jacob de Animais Fantásticos e Onde Habitam. Diih minha revisora, amiga, beta, glamourosa que pega na minha mão e ousa ter ideias comigo, frear algumas maluquices… Cecília que é uma das minhas escritoras favoritas e que super queria ler esse trabalho meu, e que através de suas palavras inspira as minhas. Beijos meninas!

Teve baum esse Janeiro. Vamos ver Fevereiro.

xoxo

13333013_1103241236365340_7159263438347960248_n

CosmoTag: As 5 músicas que não saem da minha Playlist!

Olá, pessoinhas! A minha ideia inicial para o Discípulas de Carrie de Julho era responder a tag a respeito de qual trilha sonora cinematográfica era a minha favorita; aquela que me tornou esse ser humaninho que, antes de tudo em uma produção, analisa a “musiquinha” que está tocando enquanto os protagonistas estão sendo ou muito fodas ou muito dramáticos ou muito apaixonados. Contudo, após muita introspecção, não consegui chegar a uma resposta. Existem milhares de trilhas sonoras, milhares de compositores atuais que engrandeceram as obras da sétima arte com seu trabalho! E não foi esse ou aquele filme que me fizeram entender o quanto a música é parte crucial desse trabalho.

Por muitos anos, a quinta feira de manhã foi meu dia favorito de manhã. Durante os primeiros 7 anos porque, por alguma razão, era o dia em que eu acordava e colocava os CD’s de Andrea Bocelli da minha mãe para tocar pela casa afora; no último nível do volume, estourando janela! A minha mente trabalhava de uma maneira tão complexa que, quando pequena, música para mim só funcionava se eu ouvisse pela manhã, sendo que as quintas feiras continuavam a ser especiais. Daí, com oito anos, indo para os nove, comecei a ter aulas de teclado. Teoria musical: era outro tipo de matemática na minha vida. Prática musical: vinha com grande facilidade e me preenchia com um prazer incalculável. A partir dali, era música de manhã, a tarde e a noite… fosse dos meus amados desenhos disney, fosse dos CD’s da minha mãe, que hoje são meus, fosse as bandas que minha irmã escutava e que os amigos me apresentavam.

Dessa forma, meu gosto se desenvolveu bastante eclético. Indo de Frank Sinatra, passando pelos grandes musicais da Broadway, indo para Bon Jovi e parando em, sei lá, Kate Perry; o que me der na telha, o que meu ouvido pedir naquele momento, eu ouço: meus ouvidos são extremamente geminianos. Eu nunca tive uma playlist… à exceção daquelas que criava para escrever determinado capítulo de uma fanfic. Então, acredito que este post vai acabar se tornando uma grande mentira: completamente obsoleto. Não fosse por essa reviravolta do último minuto! Há uma playlist! E, talvez, vocês fiquem impressionados e completamente maravilhados e apaixonados; tanto quanto eu. Faz pouco mais de um ano que descobri no youtube um canal chamado: PostModern Jukebox. Ele é composto por um grupo que faz arranjos vintage de músicas atuais e nem tão atuais. Banda única; vocais variados, embora eu tenha minhas preferências. Sempre que tenho oportunidade, divido uma performance deles com um grupo de amigos e fico observando a reação deles. Costuma ser positiva. A minha alma de oitenta e oito anos, sonhadora em viver em outros anos: 20, 30, 40… Simplesmente se encontrou nesse canal! Se perdeu dentro dele, se transportando para outra era, outra música. Verdade, verdadeira: festa na minha casa? Só vai tocar PostModern Jukebox. O sonho é esse. Bem, de nada adiante esse discurso se eu não puder comprovar, não é? Então, vou aqui dividir as cinco músicas que me fizeram ser uma fã alucinada por esse pessoal talentoso e visivelmente filhos de Apolo.

13333013_1103241236365340_7159263438347960248_n

xoxo

Big Apple: SHARE YOUR SHELF

Este é o último, eu juro! Para finalizar com chave de ouro os temas de Abril do grupo Discípulas de Carrie, estamos seguindo a tag do Tumblr: Share your Shelf (shareyourshelf). Então, acho que agora é o momento em que vocês ficam conhecendo mais do meu cantinho. Já expliquei em outra oportunidade o significado do nome do blog, agora, vocês vão conhecer em detalhes o lugar onde a magia acontece. Preparados? Vamos às fotos:IMG_3965

Você entrou no meu quarto. Esta é a primeira imagem que terá. Minha estante! Eu viajei para Brighton no começo do ano passado e, enquanto estava fora, minha doce e querida mamãe resolveu me fazer essa surpresa. Já havíamos comprado o papel de parede e decidido como colocaríamos, mas, sempre adiávamos para um futuro distante. No entanto, quando retornei da viagem: lá estava o meu quarto. Todo arrumado e organizado do jeito que eu gosto. Só faltava o espaço para a estante. Até que dois meses depois, ela chegou. Linda e vintage. Eu sou apaixonada por móveis rústicos e, se pudesse, até meu sofá seria Luís XIV… daí lembro que eles não eram dos mais confortáveis para se jogar e deitar, então, não… só o sofá não vai ser rústico.

Este livro de Sherlock Holmes está em cima da cama, particularmente hoje, porque estou no meio do desenvolvimento de uma fanfic e estava relendo para captar alguns trechos importantes. Seguindo:

IMG_3966
Frontal

IMG_3967

Subindo na cama para pegar aquela parte ali de cima… Sim, eu sou BEM BAIXA ou ela que É BEM ALTA, quase a Anna Hickman. Minha mãe e eu organizamos essa beleza juntas. Minha mãe querendo ir do mais alto para o mais baixo e eu querendo ter certeza de que os irmãos do mesmo autor ficassem sempre juntos. Esse foi o resultado, quase imparcial, que conseguimos. Houve treta neste dia. No cantinho de cima, temos aquelas edições em inglês que costumam aparecer na Saraiva; copilações de todos os romances de um só autor. Temos Shakespeare, Jane Austen, Lewis Carrol e uma edição de Sherlock Holmes, verdinha, ilustrada. Todos em inglês, porque essas edições bonitas NUNCA SÃO TRADUZIDAS!

Além da edição em inglês com todos os romances do Holmes, porque eu sou A MULHER DA VIDA DELE, desculpe amigas, tenho também a edição da Zahar com as notas referentes a pesquisas feitas por Sherlockianos, ilustrações, assim eu tenho duas edições ilustradas de Holmes (nunca será demais) e eu amo ambas igualmente… uma pena eu não ter tirado foto da verdinha… mas é uma treta para arrancá-la de seu lugarzinho… Sorry, guys! Ao lado temos os Harry Potter, juntinhos. Abaixo dessa fileira, temos a edição mais recente de Harry Potter – que também nunca é demais. E, por fim, os livrinhos da tia Jane todos juntos… Cada um de uma editora, cada um comprado numa época… cada um amado igualmente pela mamãe!

IMG_3972
Souvenirs da vida: Paris, Presente da Mamãe, Paris, Lewes

Estante também é lugar para se guardar memórias, não é mesmo? Então, vamos lá. Esse busto da Maria Antonieta é uma imitação do busto original que fica no quarto dela em Versailles. Coincidentemente foi adquirido numa lojinha que fica do outro lado da rua da entrada para o Chateaux (Palacete). Foi um dia de muita caminhada, afinal, o lugar é gigante e muito bem mobiliado; eu sai de lá orgulhosa de mim, por não ter roubado nada! Athena foi a primeira corujinha que chegou para alegrar meu quarto e, por isso, é a filha mais velha da estante. Ela guarda meu cantinho dos espíritos malignos que vivem por debaixo da cama. Mini Maria Antonieta foi uma coisinha linda que vi na lojinha dentro do Palácio de Versailles e que precisei comprar. Ela me lembra a Keira Knightley em “A Duquesa”, portanto, às vezes eu a chamo de Georgiana. Os dois cavaleiros sem nome e a Minerva, comprei durante a viagem para Brighton, quando pegamos o Bus e fomos até Lewes, uma cidadezinha próxima dali, LOCALIZAÇÃO DE UMA DAS CASAS QUE HENRIQUE OITAVO CONCEDEU A ANNE DE CLEVES! Foi lindo…

Ali também podemos ver o livro de partituras do filme Os Miseráveis. Atrás dele também temos livros de partituras de Harry Potter, Frozen, Christina Aguilera, Melhores temas de amor de filmes de todos os tempos (a capa é a Julia Roberts com o Richard Gere), mais atrás temos Harry Potter das Páginas para a Tela e a Magia do Cinema. ❤

IMG_3973IMG_3974

No andar de baixo, temos os filmes. Minha coleção de DVD’s começou com a pretensão de unir apenas o bom do cinema antigo… queria ser Cult. Daí eu percebi que comprar filmes originais, aqueles que eu mais amo, é muitoooo bom! Então os mais recentes começaram a chegar. Estão marcados com ❤ aqueles que eu mais amo/posso assistir mil vezes e nunca irei me cansar. Notem que ali está o blu-ray de Anastásia; o que demonstra: não importa quão falsa seja a história e o quanto você saiba da verdade, animações da infância sempre terão um espaço especial nos nossos corações. Notem também que Sherlock está nas duas fotos e ambos marcados com corações… MUITO AMOR! HOLMES CASA COMIGO!

IMG_3975

E na última estão meus livros de Direito, não são apenas estes, tem mais. E como disse a frase: porque não só de literatura vive o homem. De vez em quando a gente tem que dar uma estudadinha… ESTUDADONA! Te falar, não é fácil! Mas enobrece o espírito e você aprende novas palavras, inclusive em latim, para usar nas estórias que escreve. Vale a pena.

IMG_3977
Onde eles ficam enquanto estão sendo lidos… ou quando acabo de lê-los na madrugada…

Aqui estão reunidos os primeiros livros dos quais guardo lembrança de adquirir e que me marcariam para a vida toda. A Dança da Floresta é outro livro que, se você não leu, pare de ler este post e vá ler CRIATURA! A autora é Juliet Marillier, ela é da Nova Zelândia e seus romances são recheados com a cultura Celta que, convenhamos, é SENSACIONAL em matéria de fantasia! O jardim Secreto, lindinho, cada capítulo possui uma ilustração no topo e que é um dos livros que lerei para meus rebentos antes de colocá-los na cama, porque a estória é muito ótima! E, claro, Pollyanna… quem nunca leu Pollyanna? Você? Vá ler! É uma narrativa fácil, meiga e tocante… tanto o primeiro quanto o segundo. Lembro-me de ler o Pollyanna moça no sofá amarelo da, hoje, sala do piano e ouvir meus pais discutir sobre meu futuro. COISA MAIS VITORIANA/BRITÂNICA não há! O moça é mais velho do que o menina, porque eu ganhei ele primeiro e usei e abusei mais dele, embora tenha lido o menina antes como uma boa mocinha…

São livros que não têm idade. Assim como As Crônicas de Nárnia. Típicos “contos de fada”, embora Pollyanna não envolva nenhuma magia além daquela que emana do espírito de caridade humano, e que, portanto, podem e devem ser lidos por todas as idades.

IMG_3981

Da sessão, livros com as capas mais lindas da história da beleza das capas, entra este. Memórias Perdidas de Jane Austen. Um livro que mistura realidade e ficção de uma forma completamente prazerosa e que eu já reli diversas vezes por me identificar muito com a forma com a qual a autora constrói a personalidade da Jane e sua forma de se relacionar com as pessoas. O que só confirma minha ideia de que: eu sou a Jane, a Jane sou eu. Porque, de fato, é assustador o quanto eu me identifico com esse livro…

IMG_3982

Lembra do Emma que eu falei que foi o livro que não conseguia achar e quando achei, minha mãe se viu sem saída e comprou; porque sua filha literalmente gritou e dançou no meio da Siciliano? OLHA O DITO CUJO AQUI! Reparem as pontinhas desgastadas, o quanto ele está velhinho… Eu tentei achar marcas dos meus dedos sujos de chocolate, mas elas já se deterioraram com o tempo… mas eu lia ele no recreio, numa época em que meu lanche era bolo de chocolate sempre… Então… né? Ia ter marquinha, porque sou cult e gordinha da lancheira e desastrada.

IMG_3983
minha letrinha, como era e eu ainda escrevia só de caneta rosa. Gente, eu era a Elle Woods

IMG_3984

Emma é o meu livro da Jane Austen e essa, para mim, é a melhor declaração de todos os tempos, eu quero um senhor Knightley. Vocês podem ter o Darcy, mas George Knightley é e sempre será MEU! A Tatiana Feltrin concorda comigo que eu sei.

IMG_3985

Em um Domingo, em Brighton, eu não quis passear em Dover – mal sabia eu que Dover já havia aparecido em um dos romances de Conan Doyle e foi visitado por Sherlock Holmes e que havia uma casa de Charles Dickens lá… – arrependimentos à parte, nesse Domingo, eu fui até a livraria Waterstones de Brighton JUSTAMENTE PARA COMPRAR ESTE LIVRO. Gatsby é um livro que, para ser marcante, tem que ser lido em inglês. Feito isso, precisava comprar uma versão em inglês; esperei até a viagem para isso. Comprei. É O LIVRO MAIS BONITO DA MINHA ESTANTE COM CERTEZA! Além disso, seu final, é o mais marcante na história dos finais que me marcaram durante leituras despretensiosas…

IMG_3987

E, por fim, porque este post já está muito longo… Uma história. Em Brighton, eu cheguei com a pretensão de adquirir um Journal com o intuito de registrar minhas impressões dos lugares que visitei e do meu sonho de finalmente conhecer a Inglaterra; ainda que apenas parte dela. No entanto, ainda que tenha adquirido o Journal apenas quatro dias depois da viagem, não encontrei tempo e momentos sozinha (dividindo quarto, sou reclusa, não gosto de gente por perto quando escrevo) para preenchê-lo com tais impressões, que mais tarde seriam preciosas memórias. Contudo, mantenho-o guardado como um caro souvenir e um dia irei preenchê-lo… com mais vívidas impressões de Brighton, Londres, Lewes ou Paris? Talvez, com certeza quero voltar a esses lugares… mas também, quem sabe, com impressões sobre Viena, Berlin, Bruxelas, Los Angeles… o mundo é muito grande, mas a certeza é que…

IMG_3990

IMG_3988

Espero que tenham gostado do tour…

xoxo

sem-tc3adtulo-1-1024x271

Blahnik Movie: LIVRO QUE VIROU FILME

Deixei claro na página das Discípulas de Carrie que, este mês, eu pegaria TODOS os temas! Simplesmente porque o mês é dos livros e isso é motivo para dedicar uma página inteira só de postagens. Espero que tenham gostado da minha listinha da CosmoTag e agora passamos para outra. Dessa vez, eu tenho que escolher um livro que virou filme e que, na minha opinião, sejam complementos fabulosos um para o outro. Como marido e mulher deveriam ser, em tese. Como eu não consigo escolher só um, lá vou eu escolher DOIS! Porém, essas duas escolhas têm tudo a ver, pois as estórias de como eu conheci esses filmes/livros é a mesma.

1 – Orgulho e Preconceito (Joe Wright)

tumblr_nlx68ndfga1tzjz2jo1_1280

Em meio aos meus doze ou treze anos, talvez até antes, com onze… Enfim, eu assisti ao trailer desse filme quando aluguei Nanny Mcphee. Até então, minha vida era completamente desprovida de Jane Austen. Lembro-me de ter ficado tão encantada com o trailer, pois eu já era fã de filmes de época, que comentava sem parar com a minha mãe a respeito desse filme que eu queria ver o quanto antes. Fomos, eu, minha irmã e o namorado dela até a locadora (o auge das locadoras de filmes, creio eu) e pegamos o filme com outros que são irrelevantes para este post. Assistimos DUBLADO e juntos. E outra lembrança muito viva na minha mente até hoje sobre a primeira vez em que assisti a esse filme, foi: na cena do baile em Netherfield, quando a Lizzie chega e o Darcy aparece atrás dela e logo em seguida volta a sumir na multidão, o namorado da minha irmã virou para mim e comentou: “ele está doidinho nela” e eu respondi, “né?”

Assim que o filme acabou, eu comprei o livro e li em uma semana. Era uma época em que, na maioria das vezes, eu assistia às adaptações para depois ler os livros. Jane Austen fez isso mudar. Depois de Orgulho e Preconceito, veio Razão e Sensibilidade, Emma, Persuasão, Mansfield Park e por último, Northanger Abbey. Emma por si só foi uma odisseia, porque eu não encontrava o livro em livraria nenhuma, na época ainda havia Siciliano na minha cidade… eu encomendei em outra livraria, não chegava, xinguei a gerente (uma menina de doze anos e meio xingando uma gerente, olha a ousadia) para depois voltar na Siciliano e ele surgir na primeira estante e me fazer gritar pela loja e minha mãe dizer em voz alta: “É, parece que não tem jeito. Esse eu vou ter que levar.” Todas essas emoções graças ao filme de 2005 de Joe Wright. Um diretor maravilhoso que se preocupou até com a luminosidade do filme (se você ligar os comentários dele durante, ele comenta várias cenas em que tiveram sorte quanto a luz do dia, ou que a noite ficou forçada pela falta de luz).

A minha cena de abertura favorita de todos os tempos:

Com uma das minhas músicas de piano favoritas de todos os tempos. Há Domingos em que eu coloco Orgulho e Preconceito para rodar, apenas para assistir a essa cena de abertura. É tudo tão britânico, tão campestre e luminoso… Nota 1000 Joe Wright. E, embora eu hoje prefira a versão de 1995, é irretrucável o quanto ESSA versão foi importante para que a minha geração conhecesse a Jane e seus livros maravilhosos. E, sim, é um excelente complemento para o livro ao demonstrar o calor dos sentimentos que Lizzie e Mr. Darcy nutriam um pelo outro.

Essa cena não está no livro. ESSA TRILHA SONORA NÃO ESTÁ NO LIVRO! E o que é a vida sem essa trilha sonora do Dario Marianelli? Partes desse roteiro foram escritas pela magnífica Emma Thompson, a pessoa responsável pelo roteiro ganhador do Oscar de Razão e Sensibilidade de 1995 (O ANO EM QUE EUZINHA NASCI). Então, assim, foi um filme muito bem feito, dirigido e adaptado. Sendo assim, para sempre um dos meus favoritos no que diz respeito a adaptação das páginas para a tela.

 2 – E o Vento Levou

png-thumb-800x505-75088

Mais uma vez, um filme me levou ao livro. Mais uma vez, uma experiência inesquecível. Não preciso dizer o quanto eu amo E o Vento Levou, já fiz um post inteiro sobre a obra, mas acho que nunca cheguei a mencionar minhas percepções quanto ao filme, então, vamos aproveitar o momento. Carpe Diem. Desde o momento em que foi pensado, todos os envolvidos no filme, que sozinho contratou três diretores, sabiam que seria um trabalho extenso e cansativo, mas que, se bem executado, renderia bons frutos. O filme conta com quase 4 horas de duração e levou 6 meses para ser filmado, recebeu várias indicações, maioria das quais ganhou… e fez nascer a categoria de Melhor Figurino, até então inexistente na premiação mais famosa de todos os tempos para a sétima arte.

Porém, o que torna o filme tão maravilhoso, o bastante para eu já ter assistido umas seis vezes, é a brilhante atuação de Vivien Leigh e Clark Gable. Senhor Deus! Esses dois juntos na tela, era tiro, porrada, bomba e faíscas zunindo para todo lado! Sendo bem chula mesmo! Não tem outra forma de expressar a grandeza das atuações desses dois reis da velha guarda.

Foquem nos olhos da Vivien enquanto ela grita com Ashley, afirmando de todo coração que ele é um covarde e teme se casar com ela. Olhem só esse brilho! Essas sobrancelhas! Essa voz… E, então, Clark entra e a mocinha volta a ser uma muralha com seu olhar, famoso olhar, de desprezo. Claro, o filme não é perfeito, existem vários traços do enredo original que foram deixados de lado: os outros filhos de Scarlett de seus outros casamentos, sendo o pior corte, na minha opinião. Muito da personalidade dela estava envolvida na maneira como tratava seus filhos e o lampejo que temos de Bonnie Blue no filme é muito pequeno. No entanto, eu creio que este filme complementa o livro pela acertada escolha dos atores que nos impossibilita de lê-lo sem imaginar Vivien e Clark ali… o que torna a cena final, de partir ainda mais o coração. Afinal, cada uma das expressões deles durante as cenas em que não havia fala, no livro são explicadas, quer dizer, as emoções, seus pensamentos. E aqui tão brilhantemente executadas que não há, nem na imaginação, pessoas melhores para o papel!

Sinceramente? Um dos melhores finais… e está tudo explicadinho no post especial sobre o livro. Amanhã é Outro dia… E também, a lição de que há força na terra onde se vive. Esse traço dos irlandeses que sempre admirei e está presente em toda história a seu respeito. Eles amam e conhecem as lendas de seu povo, de sua terra mãe, com profundidade e respeito. Embora Scarlett só tenha metade do sangue irlandês, mas, ela é especialmente parte desse lado da família, *risos*…

Mas, então, essas foram as minhas escolhas. Se você for ler o livro antes ou depois, eu realmente acredito que não importa, desde que ambos sejam prazerosos.

xoxo

sem-tc3adtulo-1-1024x271

CosmoTag: 5 PERSONAGENS DE LIVROS PARA SER AMIGA

Finalmente! Que sensação maravilhosa poder me sentar e escrever essa postagem, sem me preocupar em estudar para a prova da semana… De fato, muito reconfortante. E, nossa! Preciso contar para vocês… eu cheguei a gravar alguns vídeos ontem, porque eu queria ter feito essa CosmoTag em vídeo e não assim, escrevendo. Contudo, durante a execução da empreitada, uma luz divina chegou até mim e eu tive uma epifania. Uma autodescoberta que chega a ser um alerta. Ana Carolina é uma pessoa das palavras. Não riam. É claro que eu já vinha suspeitando disso há algum tempo, mas nunca ficou tão claro quanto ontem! Dizem as más línguas que: quem lê e escreve bem, fala bem. Estou aqui para discordar de quem disse isso!

Sou a pessoa mais complicada de apresentar trabalhos desde o início dos tempos. E eu não leio menos do que lia na época em que comecei a apresentar trabalhos; não, eu leio MAIS. Até porque, fazendo faculdade de Direito, o que você mais faz da sua vida é ler: jurisprudência, artigos, doutrinas, textão. Mas, mesmo assim, ainda sinto uma enorme dificuldade de falar. Eu achava que se devia ao fato de eu não ser tão apaixonada pelos assuntos, quanto sou por literatura. Contudo, ao gravar os vídeos ontem, durante as minhas justificativas do porquê escolhi cada um dos 5 personagens, percebi que todas ficavam extremamente rasas e não correspondiam nem a metade do que eu realmente sentia por aqueles seres. Ou seja, nem quando o assunto é do meu total conhecimento, diante de uma câmera, eu consigo passar o meu recado. Isso é um problema! Especialmente para a carreira que escolhi! Vamos arrumar isso! Só queria dividir minha epifania com vocês.

Agora, vamos passar para a conversa séria. Este mês, o grupo Discípulas de Carrie trouxe como tema o assunto que eu mais amo no universo: LIVROS! Abril é o mês dos LIVROS. Ontem foi o dia internacional do livro (tenho uma amiga que faz aniversário nessa data: a diva) e eu queria ter postado o vídeo falando sobre meus 5 melhores amigos da literatura, só que, né? Não rolou. Foi a escolha mais difícil que eu já fiz em toda a minha vida! Honestamente, eu acredito que, exceto o número 1 e o número 2, essa lista ainda vai sofrer muitas alterações durante a minha existência e tenho certeza de que entrarei em contradição várias e várias vezes. Pois bem, vamos lá. Começarei de baixo para cima, para dar aquele efeito suspense, porém, isso não significa mais amor ou menos amor:

5 – Leo Valdez (Coleção Heróis do Olimpo de Rick Riordan)

Quando eu penso em Heróis do Olimpo, eu não me lembro de mais nada que não seja Leo Valdez. Criativo, leal, engraçado (MUITOOO), sincero e descolado. Todas essas qualidades unidas em um personagem com um dos passados mais tocantes desenvolvidos pelo Riordan. Esse garoto foi chamado de “outsider”, teve sua lealdade para com o grupo testada e por todos eles, chegou a dar sua vida, conseguindo ainda cumprir sua promessa para a garota de quem gostava. Não só isso, Leo era um menino de visão. A criatividade dele e forças para não se deixar abater, a fim de manter o clima leve dentro de seu grupo, demonstram uma grandeza de espírito muito grande, que o colocam na Lufa Lufa do meu coração e o torna alguém que eu me sentiria honrada em chamar de amigo.

4 – Ysabeau de Clermont (All Souls Trilogy ou Triologia das Almas de Deborah Harkness)

tumblr_nny4t1vwes1rkb9m6o2_r1_1280
Ysabeau é a loirinha, ok? 

Existe um grande mal na humanidade e chama-se: fandoms e obras que não ganham a devida atenção porque são lançadas em meio a outras febres. Esse mal precisa ser combatido e eu espero, do fundo do meu coração, que ao colocar essa personagem aqui, eu esteja contribuindo para retirar esses livros do anonimato.

Deborah Harkness é uma professora de História em Oxford e também autora da trilogia “All Souls” que se inicia com “A Descoberta das Bruxas”, continua em “Sombra da Noite” e termina em “O Livro da Vida”. Foram quase dois anos entre o lançamento de um livro para o outro e a autora que aqui vos fala diz: foi uma época negra para alguém com graves crises nervosas causadas pela ansiedade. A história gira em torno da bruxa Diana Bishop, pois o livro é narrado em primeira pessoa por ela, uma professora de História de Yale que, após um terrível acidente na infância que cominou na morte de seus pais (a culpa não foi dela, mas aconteceu quando ela era criança), abandonou a magia e retirou-a completamente de sua vida, para grande irritação de sua tia e guardiã Sarah Bishop (UMA PESSOA LINDA E QUE SE HOUVESSE MAIS LUGARES NESTA LISTA, ESTARIA AQUI!).

Na obra, também existem as outras raças: vampiros e demônios. No entanto, é tudo muito diferente das outras fantasias, pois a autora utiliza-se de medicina humana para explicar essas espécies. Houve vários momentos em que eu precisei ir na internet para entender o que a assistente do Matthew (o vampiro protagonista, par amoroso da Diana, NADAAVERCOMEDWARD) falava. O mistério, de fato, começa quando Diana, durante uma pesquisa de trabalho na biblioteca de Oxford, encontra um manuscrito: Ashmole 782 que após várias eras, se abre especialmente para ela. Contudo, nossa ingênua criaturinha, num primeiro momento não percebe a grandeza por trás dele e foca apenas em folhear algumas páginas e o devolve para a biblioteca. Esse manuscrito contém a verdade sobre a origem de bruxas, vampiros e demônios; quando ela o devolve, essas outras espécies percebem que esteve nas mãos dela (cada um quer o livro para si, porque cada um acha que sua espécie tem o direito de ser dona do “segredo do universo”) e vários inquéritos começam a ser feitos para Diana…

Matthew é um bioquímico de Oxford e a primeira “criatura” a se envolver com Diana um pouco antes e depois do descobrimento do Ashmole 782. E quando esses vários inquéritos sobre Diana começam a perturbar sua vida cotidiana, por terem começado um laço de amizade bem bacana, ele a leva até Sept-Tours, FRANÇA, para a casa de sua mamãe. QUEM É A MAMÃE MAIS LINDA DESSE UNIVERSO? Ysabeau de Clermont! E, claro, o melhor vampiro da história dos vampiros é o marido dela, mas, nesse primeiro livro, Phillipp já havia morrido… Em todo caso, Ysabeau. Vários motivos me levaram a amá-la e desejá-la como amiga, companheira para degustações de vinho. A primeira foi: ela foi a primeira personagem na minha vivência como leitora a dizer a frase que me marcaria para sempre: Nomes têm poder. Nomes são importantes. Segundo, pelo desenvolvimento dela com a Diana. Primeiramente, você a vê como a mulher completamente badass, sograzilla que ama demais o filhinho (ela literalmente mata uma corça na frente da Diana, numa tentativa de fazê-la entender o que a espera caso se envolva romanticamente com seu filho, também um caçador voraz), mas que aos poucos vai demonstrando ter um coração e carinho enorme por seus entes queridos, depois que ela passa a admirar a fibra de Diana. Eu queria ter metade da atitude e da força dessa mulher. E por acreditar que estar envolta de pessoas assim consegue inspirar alguém a tal, eu escolho Ysabeau de Clermont para ser outra das minhas amigas.

Sério, queridos, leiam essa trilogia, estou sendo completamente sincera, vocês NÃO VÃO SE ARREPENDER NUNCA/JAMAIS!

3 – Elinor Dashwood (Razão e Sensibilidade de Jane Austen)

art-book-cool-cute-favim-com-2716288

Eu poderia passar um dia inteiro falando sobre Jane Austen, então, obviamente que uma das personagens dela estaria nessa lista. Mas, por que não Elizabeth Bennet? Ou a Emma, já que é a minha favorita? Porque eu acredito que amigos devam ser aquelas pessoas que validam a sua personalidade e com quem você possa contar para dizer o velho: “Amiga, pára que tá feio”. E a Elinor, apesar de ser uma protagonista linda, é o melhor best friend material de Austen. A senhorita Dashwood é ponderada, gentil, inteligente, uma querida. E que, ao contrário das duas personagens supracitadas, não era rápida em seus julgamentos; na verdade, Elinor não é uma pessoa julgadora, mas, quando você lhe dá motivos para que ela o despreze, ela fará isso com todas as suas forças. Sendo assim, por exemplo, se eu não gostasse de alguém e a tivesse como inimiga, Elinor não dividiria do meu preconceito e iria me impedir de deixar que ele me levasse a um comportamento, vamos dizer, “imbecil” para com essa pessoa. Ela não deixaria o ódio corromper meu coração ou que eu cometesse uma gafe. Por isso, Elinor para melhor amiga always <3.

2 – Cersei Lannister (As Crônicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin)

 Aqui é o momento em que eu perco follows, todo mundo me julga e me manda para a fogueira. Assim, todo mundo tem o seu Guilty Pleasure. Eu tenho o meu e ele é LANNISTER. Nunca foi segredo para os meus amigos a qual casa de Westeros eu pertenço: tem uma plaquinha com os dizeres deles na parede do meu quarto. A minha taça à la Cersei está preparada para hoje à noite… E assim, eu sei que esta seria uma amizade bastante controversa, uma vez que a nossa maluquinha não confia em ninguém! Provavelmente, fingiria ser minha amiga e tramaria contra mim nas minhas costas. Mas, gente, é só isso que tem em Westeros, então, eu estaria preparada! Cersei não é o melhor ser humano. Não é mesmo. Contudo, enquanto personagem do Martin, é um dos mais esféricos, trabalhados e profundos. A dinâmica da família Lannister como um todo, para mim, é muito interessante e sim, eu nos vejo fazendo vários comentários sarcásticos em meio a várias garrafas de vinho. Seria, com certeza, uma amizade abusiva (de ambos os lados, porque eu costumo pagar na mesma moeda), mas, como eu a ADORO enquanto personagem, não conseguiria ficar longe. Então, sim, defenderei minha amizade com Cersei Lannister até o fim dos tempos.

Algumas pessoas vão dizer que eu trapaceei nesse primeiro lugar. MAS, no regrets.

1 – Os Marotos (Saga Harry Potter da Rainha  J.K. Rowling)

 Na minha nada humilde opinião, a tia Jô ainda tem MUITO trabalho pela frente. Primeiro, porque todos nós PRECISAMOS de uma estória somente dos Marotos; Segundo, das irmãs Black e terceiro, do professor Dumbledore. Se ela não fizer, a minha vida estará incompleta. Ela não vai fazer, então, fiquem avisados: minha vida nunca será completa! Não fossem as fanfics, eu entraria em um estado profundo de depressão e não seria capaz de conjurar um patrono… como o Jorge depois que o Fred morreu. Sim, espero ter partido seus corações agora (mais unfollows). Então, bem, os marotos. Tanto quanto o Trio de Ouro, essa foi a segunda vez que a nossa querida loira maravilha nos presenteou com uma amizade marcante e significativa. Exceto pelo Pedro, eu gostaria de ser amiga de todos esses caras! Imagina a inveja que eu sinto da Marlene, da Dorcas, da Lily… mais da Marlene, porque ao que parece ela e o Sirius tiveram um caso… assim dizem as fanfics…

E por que eu escolho Os Marotos e não o Trio de Ouro, sendo que eu cresci com as aventuras deles? Sinceramente, eu acho que Harry, Ron e Hermione não puderam aproveitar Hogwarts como o James, o Sirius, o Remo e o, aff, Pedro. Eles sim viveram a escola. Montaram aquele mapa e viveram as mil e uma noites pelas passagens secretas do castelo. Pregaram peças no Filch. Eu consigo imaginar nitidamente, o Sirius flertando com a Minerva durante a aula para conseguir aumentar uma nota… O James mandando bilhetinhos anônimos para a Lily durante as aulas de Poções, o Remo lendo perto do Lago Negro e sendo recorrentemente interrompido pelos outros três amigos. Altas conversas produtivas com o Pirraça. Enfim, eles viveram a Hogwarts que nós, enquanto leitores que sonham em estudar nessa escola, gostaríamos de viver! A Hogwarts sem Voldemort, embora a ameaça já existisse, o James não tinha que buscar a Pedra Filosofal. A Hogwarts puramente de amarrações, deveres e deveres de casa, passeios até Hogsmeade, visitas noturnas até a cozinha (qual de nós não precisa do lanchinho da madrugada?)… Mil e uma oportunidades!

Esse primeiro lugar é imutável e eu sempre vou desejar ter sido amiga dos criadores do melhor mapa de todos os tempos!

Bem, este foi o meu top 5 friends! Espero que tenham gostado!

xoxo

sem-tc3adtulo-1-1024x271

Meiguice não é fraqueza

O título pode ser autoexplicativo, mas eu gostaria de poder aprofundá-lo um pouco mais, especialmente hoje: O Dia Internacional da Mulher. Eu preciso começar dizendo que sou usuário de um Tumblr. Acredito que só essa informação, a essa altura da minha vida, já seja motivo para que você, quem está lendo esse texto, esmoreça toda a minha credibilidade para escrever sobre qualquer assunto que seja. No entanto, eu diria que o meu Tumblr (oldmovieslover.tumblr.com – sim, merchan) é o meu maior espaço de pesquisa. Através dele, eu descobri vários novos fandoms, bem como a sincera opinião de várias pessoas dos mais diversos países sobre diversos assuntos. Seja o suicídio, seja o feminismo, seja algo banal sobre – personalidades de personagens fictícios. De forma que, ultimamente, venho notando uma atitude dentro dos fandoms que tem me preocupado muito, porque eu já estive lá, eu já compartilhei desta atitude, mas agora que paro para analisar, ela é de certa forma errada e precisamos falar sobre isso.

Isso o quê, Ana? Bem, acho que estamos tentando simpatizar com alguns personagens pelas razões erradas. No momento, meus sentimentos estão um tanto confusos a respeito deste assunto e então creio que a melhor forma de fazê-los entender, é através do exemplo que mais grita para mim. Muito provavelmente, muitos de vocês conhecem a saga das Crônicas de Gelo e Fogo de George Martin, atualmente adaptada para uma série televisiva da HBO. O que eu quero dizer neste post encontra embasamento na dicotomia entre duas personagens desta saga: Sansa e Arya Stark. Acho que vocês devem ter sacado o que eu quero dizer, no dia internacional da mulher, usando essas duas moças como exemplo e tendo a postagem tal título; mas, vou ser ainda mais clara: chegou até mim, como uma epifania, que talvez nós estejamos mal falando de Sansa Stark e idolotrando Arya Stark por razões erradas. Calma, eu vou dissertar. Primeiro, eu gostaria de esclarecer que, sim, eu sei que ambas têm seus defeitos e suas qualidades, independente do que virá a seguir. Obrigada, espero que continue descendo a página para ler mais. E sim, essa indignação está mais voltada para personagens femininas.

Serei simplista. No início da febre de As Crônicas de Gelo e Fogo/ Game of Thrones, havia muitas meninas, inclusive eu, debatendo no Tumblr ou na rodinha de Domingo: “Eu odeio Sansa/Sonsa Stark. Ela é uma chata! Eu sou muito mais a Arya, que sonha em ser uma grande espadachim, um cavaleiro.” Ou seja, nós detestávamos a Sansa, simplesmente porque ela acreditava nos contos de fada, era romântica, ingênua, manipulável, doce, filhinha da mamãe. E queríamos ser a Arya porque na nossa mente ela era foda. E por que Arya era foda? Porque em seu arquétipo, havia caracteres de uma feminista, pois, pelo menos na minha, concepção infantil da época, feminista é aquela mulher que impreterivelmente deve ter traços masculinos. Não no sentido: uma voz grossa, braços fortes. Nada disso. Contudo, ela deveria saber lutar. Ela simplesmente não poderia ficar observando enquanto outra pessoa faz o trabalho sujo, chorar quando ficasse assustada ou ser excessivamente gentil. Ela deveria ser osso duro.

Substituindo uma figura autoritária masculina por outra

Entendam, não estou dizendo que se você gosta da Arya, você está errado. Ou se você é uma pessoa fria, é o pior ser humano do mundo. Só estou querendo dizer que: por que você ser a Arya é algo admirável, mas se você for uma Sansa, é intragável, passável? Por que eu, Ana Carolina, alguém que, se vivesse no universo de As Crônicas de Gelo e Fogo, seria uma Sansa Stark da vida (sonhadora, romântica, delicada e meiga) devo achar que ser assim é reprovável e buscar ser como Arya Stark? Por que ultimamente, para que nós tornemos uma personagem feminina admirável, ou melhor, para que nós a admiremos, ela tem que ser FODONA? Não perfeita, mas, ser sassy. Outro dia, dois anos atrás, eu vi uma postagem no Tumblr que me deixou pensativa por uma boa meia hora. Estamos vivendo um momento em que valorizamos mais aquele personagem com tiradas sarcásticas, que na vida cotidiana seriam tidas como grosseria, e rebaixamos aquele gentil. A típica melhor amiga. Queremos viver em um mundo de Violet Crawleys, de línguas rápidas e ferinas, e por causa disso esquecemos da beleza que é ser uma Anna Bates! Doce, leal, prestativa, boa demais para esse mundo Anna Bates.

Não quero generalizar. Não são todas as meninas do mundo que pensam assim, mas o número que pensa já me preocupa o suficiente para me dar ao trabalho de escrever esse post. Outro exemplo que posso dar e que também me trouxe até aqui, foi a minha recente leitura de E O Vento Levou. Na minha resenha sobre o livro (Amanhã é outro dia), eu acredito ter deixado bem claro o meu asco para com a protagonista, Scarlett O’Hara e meu amor pela coadjuvante Melanie Hamilton. No desenvolver da obra, Scarlett vai ganhando sua “emancipação” ao passo que adquire uma loja e começa a trabalhar, algo que, para a época em que se situa a narrativa, seria um absurdo. Uma mulher não deveria fazer isso. Tá, ok. Parabéns para a senhorita O’Hara por não se importar com as fofoqueiras de plantão e seguir com seu plano, embora seja puramente mesquinho. Contudo, me incomoda alguns comentários de leitores que afirmam que, Scarlett ser como é torna a leitura de um livro de 950 páginas valer a pena. Tudo bem, você pode gostar de analisar o caráter dela durante a leitura, mas, se você, depois de tudo, quiser ser Scarlett O’Hara… eu rezo por você.

Por quê? Porque ela não era a típica dona de casa que Melanie foi? Porque você é uma pessoa tímida e gostaria de ter a garra dela para “falar na cara” o que sente? Melanie Hamilton estava ali o tempo todo para lhe mostrar que tudo bem ser assim, digo, ser tímido e não conseguir ser hostil com outro ser humano. A gentileza é algo maravilhoso. Precisamos mais disso no mundo em que vivemos! Mas daí me veem pessoas glorificando: Lady Mary Crawley, Irene Adler, Annalise Keating… Mulheres fortes, eu sei. Eu as amo tanto quanto vocês! O problema é que eu não sou como elas e, por vezes, é um esteriótipo tão reproduzido em Hollywood – a dama de ferro – que em certos momentos, me pego pensando se eu não deveria abandonar minha fachada Sybil Crawley, Molly Hooper, mulheres tidas por mim como representantes do grupo: nós preferimos a gentileza ao sarcasmo, muito bem, obrigada… Além do mais, pausa para foco na Molly. Ela não é a Irene. Eu creio que a nossa patologista não teria facilidade em atirar contra uma pessoa, mas AMIGOS, OLHA A DESTREZA DESSA MULHER EM UM LABORATÓRIO! ESSA MULHER FEZ SHERLOCK HOLMES SE DESCULPAR COM UMA OLHADELA SÓ! E ELA NUNCA PRECISOU DE UMA ARMA! ELA NUNCA PRECISOU SER SEXY OU USAR DE SEX APPEAL! ELA SIMPLESMENTE FOI MOLLY! FOI MEIGA, DOCE… mals o excesso de caps lock, mas enfim… estão entendendo? Gente, eu não sei ser mais clara… talvez eu não esteja sendo clara de jeito nenhum, mas, entende?

Vou resumir então o que eu quero dizer: você é uma mulher forte da maneira que você quiser! Você pode ser uma personagem forte independentemente de saber lutar mano a mano, com espadas ou se simplesmente for aquela amiga que está sempre pronta para ouvir ou fazer uma piada no momento certo! Todos esses arquétipos são dignos de admiração! E a Sansa, a mulher meiga, sonhadora e romântica, é tão fabulosa quanto a Arya! Você não empodera uma mulher por colocar uma calça nela! Vendendo o esteriótipo muralha intangível. Eu, e talvez você, temos que parar de assistir seriados ou ler livros e achar que aquela Miranda Priestly ou que a Irene Adler são as ultra mega super gatas da parada! A última bolacha do pacote, haha… estou me rebaixando aqui, mas enfim, A ÚLTIMA BOLACHA DO PACOTE! NÃO SÃO! Você que se vivesse no mundo do senhor dos anéis e seria aquela lady meiga, calada, tímida e que desmaia ao ver sangue, tem tantas chances de conquistar o seu Aragorn E O MUNDO usando, sim, uma saia ou uma calça, ou o que você quiser… Vocês podem tudo! De todos os jeitos são maravilhosas!

Vamos parar de achar (alguém me ajude a traduzir esse texto para o inglês depois, vou postar no Tumblr) que ser sassy ou saber como bater nos meninos – haha – é o que torna alguém interessante. Não é. O nome disso é: backstory.

~pausa para uma respirada~

Espero que não tenha ficado confuso ou que eu tenha ofendido alguém. Mais uma vez: Feliz Dia Internacional da Mulher.

Para fechar, duas quotes que representam bem o que eu quero dizer:

Screw writing “strong” women.  Write interesting women.  Write well-rounded women.  Write complicated women.  Write a woman who kicks ass, write a woman who cowers in a corner.  Write a woman who’s desperate for a husband.  Write a woman who doesn’t need a man.  Write women who cry, women who rant, women who are shy, women who don’t take no shit, women who need validation and women who don’t care what anybody thinks.  THEY ARE ALL OKAY, and all those things could exist in THE SAME WOMAN.  Women shouldn’t be valued because we are strong, or kick-ass, but because we are people.  So don’t focus on writing characters who are strong.  Write characters who are people.

“Chega de escrever mulheres “fortes”. Escreva mulheres interessantes. Mulheres bem cercadas. Escreva mulheres complicadas. Escreva mulheres que chutam traseiros, escreva mulheres que se escondem no cantinho. Escreva mulheres que estão desesperadas por um marido. Escreva mulheres que não precisam de um homem. Escreva mulheres que choram, que discursam, mulheres tímidas, mulheres que não aceitam a merda de ninguém, mulheres que precisam de validação e mulheres que não se importam com que os outros dizem. TODAS SÃO OK, e todas essas coisas podem existir EM UMA MESMA MULHER. Mulheres não deveriam ser valorizadas porque são fortes, ou porque chutam traseiros, mas porque somos humanas. Então não foque em escrever sobre personagens fortes. Escreva personagens que são humanos.”

Let her be angry, let her be resentful and rebellious. Let her be hard, and soft and loving. And sad. And silly. Let her be wrong. Let her be right. Let her be everything, because she’s everything.

“Deixa-a se zangar, deixa-se se ressentir e se rebelar. Deixe-a ser dura, e delicada e amorosa. E triste. E boba. Deixe-a estar errada. Deixe-a estar certa. Deixe-a ser tudo, porque ela é tudo.”

xoxo